Marcelo Massário é músico, compositor, publicitário, nômade digital e entusiasta. Neste blog, falamos sobre viagens, intercâmbio, música, gastronomia, fotografia e outras histórias curiosas.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Não me esqueci
No consultório
Sabe quando você está num consultório médico, procura uma revista pra ler e logo que se concentra pro que seria uma leitura agradável você é chamado? Pois é, isso aconteceu comigo recentemente(risos).
Não me sobra tempo pra ler. Não consigo ficar informado de tudo. Isso pra mim é superficial. Meus amigos é que são termômetros confiáveis sobre o que se passa no "mundo".
Anteontem estava esperando minha vez de ser atendido e me deparei com uma revista Bravo, datada de novembro de 2005, com o John Lennon na capa. Pensei... por quê não? Imergi então naquele texto acreditando ser logo atendido quando, a secretária informou-me de que a doutora demoraria mais alguns minutos. Pra minha "sorte"!
Já aconteceu de não ter nenhuma outra alternativa interessante. Esperar. Esperar. E tem vezes que só tem a Caras. Por que vou querer saber com quem a Adriane Galisteu está namorando?! (risos). Mas a gente sempre dá uma olhadinha, não resta dúvida. Qualquer coisa pra passar o tempo e chegar nossa vez...
À propósito: a matéria sobre o John Lennon estava fantástica!
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Escolha qualquer dia
domingo, 18 de outubro de 2009
Meu "amigo" Pedro
É inevitável não tocar Raul Seixas nos lugares onde vou. Sempre! Não há quem não peça.
Conhecia a música "Meu amigo Pedro" há bastante tempo mas não sabia canta-la. Meu filho nasceu e algum tempo depois me obriguei a aprende-la por causa dos eventuais pedidos do público e, senti uma imensa necessidade de adicionar ao repertório mais canções do Raul.
Quando comecei a canta-la, imediatamente a lembrança de meu filho surgia em minha mente. A letra não tem nada a ver com ele, claro, mas o refrão é "batata"! Vou dizer por que: costumo leva-lo muito ao shopping, uma vez que não tem a idade apropriada para as pracinhas e, com freqüência encontro amigos por lá. O Pedro observa meio desconfiado a(as) pessoa(as) na sua frente(risos). Praticamente um(a) estranho(a) pra ele - e sempre tem alguém pronto pra tirar uma "casquinha", claro! E também os que querem pegar no colo, pegar na mão e sair andando. Às vezes cedo um pouquinho pra ver como ele se porta e me surpreendo quando ele finge concordar e logo acaba voltando pra mim. Já tentei sair de perto mas ele sai em meu encalço(risos).
Meus horários não me permitem passar tanto tempo como gostaria com ele, é verdade. Mas no tempo em que ficamos juntos tento acrescentar qualidade e intensidade em nossos momentos. Foi a maneira que encontrei de curti-lo bastante, numa fase que não volta mais.
Bom, o refrão do Raul diz: "Pedro, onde 'cê vai eu também vou"! Quando ele sai em disparada saio correndo atrás(risos). A parte legal, que não tem na música, é que, onde vou ele também vai.
Toca Raaauuuullll!
sábado, 17 de outubro de 2009
No meu tempo
No meu tempo farmácia vendia só remédio. O jornal de domingo só era comprado no domingo de manhã. Carne a gente comprava no açougue. Frutas e verduras na fruteira.
No meu tempo não existia sacolas plásticas nos supermercados. Havia mais enlatados nas prateleiras.
No meu tempo voltava-se pra casa à pé de madrugada. Deixava-se portas e janelas destrancadas ou abertas. Roupas podiam ficar no varal.
No meu tempo as letras das músicas pareciam ter mais poesia. As músicas pareciam ter mais melodia.
No meu tempo precisava gravar a música que queria aprender numa fita cassete e repeti-la várias vezes para decora-la.
No meu tempo não era obrigatório usar capacete pra andar de moto. Tirar carta de motorista não era tão caro. Nem tão difícil. Os carros não vinham com tantos acessórios, cheios de botões.
No meu tempo o limite de velocidade nas estradas era 80 km por hora. Quando viajávamos à Porto Alegre nessa velocidade eu, sinceramente, não me importava que o tempo passasse devagar.
No meu tempo não acreditava que existia o outro lado do mundo: achava que o mundo era só Uruguaiana, Alegrete, Itaqui, Porto Alegre e Paso de Los Libres, na Argentina. Mais tarde quando fui à praia pela primeira vez, comecei a desconfiar.
No meu tempo tudo que passava na televisão era maravilhoso. Principalmente os filmes da sessão da tarde.
No meu tempo só morriam os mais velhos.
No meu tempo não morria tanta gente assim.
No meu tempo tinha Playmobil, Ferrorama, Autorama, modelos Revell, Jogo da vida, Banco Imobiliário, Genius, Atari, Hanna Barbera, PacMan, Magnum, Mcgyver, Os Trapalhões, Xuxa, Scooby Doo, máquina de escrever, Telex, cartas com selos...
No meu tempo antes de beijar se pegava na mão.
No meu tempo existia mais inocência. No meu tempo a gente era criança por mais tempo.
Se no meu tempo era assim imagina no tempo do meu avô!
Tchê end!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Só eu
Com o que eu sou
Mais distante pra onde não vou
Diferente pra quem se importou.
Mais amargo pra quem já gostou
Mais palavras pra quem já falou
Sozinho pra quem me deixou
Vivo pra quem me matou.
Mais ideia pra quem não pensou
Mais saída pra quem não tentou
Mais chão pra quem já pisou
Mais céu pra quem já voou.
Mas não viveu
O que só eu vivi
Mas não sofreu
O que só eu sofri.
Letra & música
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Prefiro ficar
Qual foi a hora?
Aquela despedida,
Quando alguém foi embora?
Quando um amor não faz mais sentido
Que sentido faz um amor
Quando a estrada vira saudade
E a saudade vira dor.
Qual foi o dia mais triste da sua vida?
Qual foi a hora?
Na hora da saída,
Quando um dos dois implora?
Prefiro ficar assim
Assim prefiro ficar
Pra contar nos dedos
As horas que eu pude amar.
Prefiro ficar desse jeito
Do meu jeito
Do nosso jeito
De todo imperfeito.
Obrigado
Não sou um ser humano perfeito: choro, rio, sofro, fico feliz, como todo mundo. Não sou rico, quer dizer, sou sim. Tenho saúde. Sou livre. Isto é, quase. Não sou famoso. Não tenho a vida estável, como gostaria. Tento não sair do caminho. Pago luz, telefone, internet, net, aluguel como todo mundo. Isto é, quase todo mundo. Uma pena! Meu celular não é de conta(risos). Entro em lojas de música e fico olhando o próximo violão que gostaria de ter. Mas sei que tenho muito! Sou grato à Deus por me proporcionar as coisas que tenho. Tenho 2 filhos lindos! Tenho esse dom maravilhoso de poder cantar e tocar. E poder levar minha música a quem quiser ouvir. Tenho vocês pra me aturarem. Lerem minhas bobagens(risos). Quantas coisas vocês poderiam estar fazendo e vêm aqui, curiosos, a procura de novas palavras? Bah, francamente não sei o que dizer. Vocês são mara! Isso é que é o mundo de Marlboro!! Sem vocês talvez esse blog não existisse. Meus sinceros agradecimentos aos internautas, de plantão ou não.
Ih, escrevi bastante... já dá pra postar. Abraços, Bbraços, Cbraços...
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Da preguiça dos covardes
Parados ao meio-dia
Ando todo molhado com água fria
Sem poder explicar
Aquilo que eu dizia.
E eu te digo:
Faça o que for preciso
Pra recompensar o meu amor.
Estou cansado de fugir da polícia
Não venha me roubar
Pra depois virar notícia.
Pense o que quiser
Não esqueça de lembrar
Tudo aquilo que eu puder
Nesse tempo te ensinar
O que você fizer.
O meu maior presente
Será levar pro futuro
O que um dia foi a gente
E deixar pra lá tudo o que saiu pela tangente.
sábado, 3 de outubro de 2009
Mudar o mundo
Existem situações que nos pegam desprevenidos porque, julgavamos que tudo estava em seu lugar, estava em ordem. Até que... nosso mundo desmorona. Qualquer coisa pode deixar uma pessoa pessimista, ou até mesmo triste. Não podemos deixar isso seguir em frente. Temos que ter sempre em mãos uma palavra de conforto. Uma carta na manga.
Queremos mudar o mundo não é mesmo? Mas já não dizemos mais bom dia, boa tarde, boa noite, por favor, muito obrigado. Ficamos em silêncio no elevador. Somos indiferentes a algumas pessoas. Não sorrimos. Quando puxamos papo com algum estranho sempre perguntamos se hoje vai chover. Somos mal-humorados no trânsito. Queremos furar a fila do banco, a fila dos frios no mercado. Não tratamos bem o garçom. Esquecemos de agradecer. É impressionante. Procure numa pessoa o que ela tem de melhor e diga isso a ela. Ninguém é igual, graças à Deus. E todo mundo tem alguma coisa que ninguém mais tem. Descubra o que você tem e use isso a seu favor. E quando um amigo seu estiver pra baixo JAMAIS o coloque mais pra baixo ainda. NUNCA! Nem que você precise contar uma piada.
Mudar o mundo... se todo mundo fizer um pouquinho...
Tem pessoas que ficam tristes com bem pouco.
Tem pessoas que ficam felizes com bem pouco.
E podemos dar esse pouco. O pouco que será gigante!
Ora, quem está falando? Confesso que já fui assim! Mas me dei conta de que não ganhei absolutamente nada com isso. Causei dor e sofrimento. Hoje estou um pouquinho melhor. Mas não pára por aí. Todos os dias surgem novas chances pra um mundo melhor. Faça sua parte! Estou tentando fazer a minha. Às vezes é difícil, eu sei. Mas vamos lá...
Mudar o mundo... podemos mudar o mundo com um telefonema! Com um sorriso! Com um elogio! Com um "eu te adoro" ou um "eu te amo"! Quando meus filhos me dizem "papai", meu mundo já muda! Bah, muda pra caramba! Tudo vira luz!
Termino a postagem com uma mensagem que recebi no orkut... "O impossível é apenas um lugar
que ninguém ainda foi, mas que está de portas abertas para quem tiver coragem de entrar".
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Quando quero...
Escuto aquela canção
Quando quero sorrir
Lembro só do refrão.
Quando quero sair
Faço um aceno com a mão
Quando quero chegar
Jogo as chaves no chão.
Quero te ver
Toco meu coração
Quero te esquecer
Penso com a razão.
Quando quero lembrar
Pego meu violão
Quando quero entender
Aceito teus nãos.
Quando quero chorar
Lembro só do refrão
Quando quero sorrir
Escuto aquela canção.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
2x
Na hora de acordar, na hora de dormir.
Duas vezes por dia vou olhar pra você
Na hora de lembrar, na hora de esquecer.
Duas vezes por dia
Vou dizer
Que meu amor varia,
Por isso
Duas vezes por dia vou dizer.
Duas vezes por dia
Vou saber
Tua hora de sair
Tua hora de chegar
Duas vezes por dia.
Vou pensar
Duas vezes antes de pedir
Teu amor
Vou amar duas vezes
Antes de aceitar tua dor.
Duas vezes por dia
Vou ficar no mesmo lugar
Mesma casa, outra monotonia
Mesmo coração, outra poesia.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Vida
Tenho plena convicção de que a vida não é justa. Mas a vida pode ser boa. Afinal, aonde você vai comer um bife à parmegiana?
Tantas coisas por fazer... espero que ainda dê tempo.
"Quantas palavras me levarão até a pessoa amada?"
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Barbeiro
Existe, ainda hoje, em Santa Maria, um salão de barbearia, localizado à Galeria do Comércio. Fui pesquisar e descobri que está ali há 40 anos. Intacto! Ou nem tão imutável assim.
Tenho a barba muito cerrada e a pele sensível = combinação imprópria. Nada que alguns pré-cuidados não resolvam.
Um dia, com a barba bem grande e pouca paciência, achei que já era hora de tira-la. Ia tocar uma formatura ou casamento, não recordo bem, e temia que isso causasse má impressão. Lembrei-me do tal salão e como sempre tive curiosidade nele, já que volta e meia passava por aquela galeria e notava que estava sempre cheio de gente, decidi me render, afinal nunca havia pago pra alguém fazer minha barba(risos).
Fui à tarde, tipo umas 16 h. Entrei quietinho e sentei-me. Abri um jornal do dia. Mal li algumas palavras e me atenderam. Barba ou cabelo? Falou um dos "barbeiros"(pois é, ali tinham vários). Disse: barba! E fui encaminhado a uma daquelas poltronas antigas, que barbeiros usavam, lógico!
Imaginem minha euforia: tenho a nítida lembrança de meu pai fazendo a barba com aqueles aparelhos de metal aonde dentro ia uma lâmina virgem. Essa imagem me traz uma certa nostalgia pelo tempo.
Meu pai fazia esse ritual quase que diariamente, coisa que eu presenciava e apreciava.
Eu estava prestes a ser atingido pelo saudosismo quase que teatral que meu pai tanto representava.
Mas pra minha surpresa, e a de vocês também, quando já estava bem acomodado naquela poltrona e meu rosto coberto de espuma, eis que o barbeiro puxa de dentro de um pequeno saco plástico um aparelho de barbear da marca Bic?! Isso mesmo, aqueles de plástico! De cor amarela. Senti um misto de frustração e comédia. Ri por dentro, claro. Apenas o salão era antigo. O progresso já havia chegado até ali. Se bem que poderiam ter ido além. Pensando melhor, o custo/benefício dos aparelhos Bic era indiscutível. Tão acabando com a poesia!
O título da postagem poderia ser assim: aparelho Bic! Pouparia vocês de lerem toda a história. Mas até que foi divertida, né?
Se alguém quer saber, eu continuo frequentando o salão da Galeria do Comércio - quando estou com a barba grande e muito pouca paciência. Ainda deve haver um lugar onde as coisas "ainda" são como são.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
O amor que ainda não tenho
Que pudesse ser feliz
Mesmo que a felicidade
Passasse diante do meu nariz.
Sempre acreditei
Que pudesse encontrar alguém
Mesmo que a multidão
Não me mostrasse ninguém.
O amor que eu tenho pelo meu amor
Que eu ainda não tenho.
O amor que eu tenho pelo meu amor
Que eu ainda não tenho.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Dias iguais, dias normais
Sair da cama
Mudar o mundo
Cortar a grama
Contar a grana
Sentar à mesa
Com uma certeza
Pra saber
Uma proeza
Pra fazer
Matar um leão pra sobreviver
Criar planos pra melhorar
Construir sonhos
Pra chegar
Um dia noutro lugar
Se preparar
Pra dormir
Deitar
Esquecer
Sonhar
Repetir...
domingo, 6 de setembro de 2009
Pequena
Na tua imagem
Quero pegar carona
Na tua viagem
Quero achar real
Tua miragem
E crer em tudo
Que te pareça bobagem.
Por você a vida
Vale a pena
Agora vem ser minha,
Minha pequena.
Quero pegar estrada
Na tua bagagem
Quero horas te ninar
Contando vantagem,
Eu sou assim
Um cara só de passagem
Por aqui.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Ortopé
Ontem à noite fui chamado as pressas para um trabalho de publicidade. Que envolve cantores, atores, agências, estúdios, enfim. Há algum tempo tenho trabalhado como free-lancer de algumas agências de publicidade da cidade fazendo locuções e emprestando minha voz em "jingles". Qual foi minha surpresa quando um amigo de um estúdio pegou uma tarefa, digamos, com aquele gostinho de infância?! Não dava pra imaginar: era o jingle da Ortopé!
Estava ele com mais uma cantora e eu. A surpresa maior foi quando nos olhamos e percebemos o algo em comum: aquele sonho de infância era uníssono(risos)! Maravilha! Ainda tenho que mostrar isso aos meus filhos(risos).
Só posso dizer que ficou massa! "Ortopé, Ortopé, tão bonitinho!"
Já que é pouco
Tenho que dizer tudo
O teu otimismo demasiado
Move montanhas
Já meu pessimismo em gotas
Fere as entranhas.
Há tanto espaço a separar
O céu e o mar
Parecemos assim
Sem sair do lugar.
Mas fica perto de mim
Pra eu te contar outras histórias
Com certeza você as guardará na memória
Simples decisão de ser
Mais que uma tolice
Meu coração bate como se ele não existisse.
Então conte teus dias ruins
Deixe os que sobrarem pra mim
Mata teu tempo comigo
Que eu também tô a fim
De ser mais que um simples amigo.
Para aquelas horas tristes
Em que uma lágrima irá se perder
Rolar no teu rosto
Sem você perceber
O gosto
Porque vou provar do teu mel
Teu inferno e teu céu
Com requintes de novidade
Pois pra mim o que conta
É a realidade...
agora já é outro momento
Estou me sentindo preso
e ninguém está livre 100 %.
Vamos crer no amor,
vamos crer no sabor do desalento.
Eu sigo pensando à respeito de nós
Antes queríamos ficar à sós
E agora que tudo progrediu
a gente esconde a beleza do pavio
nesse meio-fio da vida
onde começa e termina o desafio.
Vamos voltar pra casa
sair um pouco desse frio
Amor, saudade, paixão...
Antes cheio do que vazio!
Ou não.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Quem sabe
me ensinasse a vencer
Quem sabe um jovem
me fizesse correr.
Ou um velho
me fizesse esperar
O que talvez o tempo
me ensinasse a curar.
Quem sabe um bardo
me ensinasse a amar
O que talvez só você
pudesse me mostrar.
Me pegue pela mão
e me leve já
Não tenha medo
o sol já vai raiar.
Quem sabe o vento
pudesse cicatrizar
O que talvez ele
só posso amenizar.
Quem sabe a dor
pudesse passar
O que talvez ela
só possa estancar.
Quem sabe o espelho
pudesse revelar
O que talvez só ele
consiga enxergar.
Quem sabe o futuro
pudesse recriar
Um mundo diferente
em outro lugar.
Quem sabe?
E quem saberá?
sábado, 29 de agosto de 2009
Fila pode ser marketing
Mais tarde refletindo sobre isso me dei conta que, as coisas feitas com pensamento positivo atraem coisas positivas. E todos na fila partilhamos do mesmo pensamento! A união faz a força! Valeu turma!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Caminhos
Quando estava prestando serviço militar conheci um colega de quartel que também era músico. Tocava bateria e muito bem. Aos poucos fui incluindo-o nos bares em que tocava na noite e além de muito amigos viramos parceiros musicais. Fizemos planos do tipo que quando acabasse aquele tempo(serviço militar), iriamos embora pra terra dele e montariamos uma banda. Já estava quase tudo arranjado. Meu amigo partiu primeiro e combinamos que dali umas duas semanas eu iria. Não sei se por medo, insegurança, a separação de meus pais, eu decidi não ir. Fiquei com minha mãe. E na época me pareceu a coisa mais sensata a fazer. Eu iria largar tudo por uma vida nova. Na verdade iria também arriscar, ousar. Já me peguei pensando o que teria acontecido se eu tivesse seguido aquela vida. Será que eu estaria bem? Será que eu saberia mais do que sei hoje? Porque estamos aqui pra aprender, com nossos erros, com nossa família, nossos amigos, enfim. É, não tem como saber.
Antes desse fato fui convidado a seguir carreira militar e pensei seriamente sobre isso, afinal teria estabilidade financeira. Resolvi recusar porque acreditava que isso iria me limitar bastante, principalmente na área musical. Também foi uma escolha. Abandonei outro caminho. E segui adiante. Nunca imaginava que um dia iria parar em Santa Maria. Assim como não sabemos quando iremos nos apaixonar.
Eu sempre acreditei em destino porque temos hora pra nascer e talvez hora pra morrer. E somos livres pra mudar isso se quisermos, embora responderemos por nossas ações. E acredito no amor! Acredito muito. Aquelas coisas que julgamos sem sentido são as que mais têm sentido e as percebemos com o passar do tempo, ou um pouco tarde demais. Ou seja, tudo tem sentido. Nada é por acaso. As opções que a vida nos mostra, os caminhos a serem trilhados. Parece que já está determinado. Ora, queremos ser felizes! Fazer o bem! Ajudar quem está precisando. Seja de uma palavra de conforto, seja de um sorriso.
Já abandonei tantos caminhos...
Que caminho devo tomar agora?
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Traduzês
domingo, 26 de julho de 2009
Depois
Depois da hora, depois do tempo
Já era outro momento
Percebi teus olhos quando se fecharam,
Teu sorriso quando as luzes se apagaram.
Tua voz quando já estava muda
Teu silêncio quando estava em dúvida,
Teu amor quando era dor,
Teu calor quando estava frio.
Percebi teu rio quando estava mar
Teus passos quando estavam longe
Tuas mãos a me acenar
De onde o amor se esconde.
sábado, 25 de julho de 2009
Sábado
Se bem que esse friozinho passa uma vontade de ficar em casa assistindo um DVD...
Vamos ao show!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Sexta-feira
Bom, sexta-feira e eu em casa. Cancelaram meu show em São Gabriel por culpa da gripe suína. Fizeram bem. Não tava a fim de trazer essa gripe pra cá. Santa Maria já tem problemas demais! A coisa está preocupante! Evito até de levar meus filhos ao shopping, coisa que eles adoram. Sensato será esperar o inverno passar. Por aqui nem chimarrão é aconselhável, pela temperatura: a água chia com 60 graus e o vírus segundo o jornal aguenta lá nos 70 graus. Dizem que no verão melhora. Mas o que fazer enquanto não chega o calor? Ficar ilhados em casa? Encher a despensa com mantimentos e esperar? Difícil decidir? Trabalho com crianças há quase 9 anos e o número delas nas escolas diminuiu consideravelmente. É a mesma coisa nos bares em que trabalho: percebe-se uma parcela de público ausente, isso nos finais de semana. Imagina os dias de semana? Shows sendo cancelados, formaturas. Restaurantes vazios ou com 35% a menos de clientela. Fico preocupado, sim! Mais ainda com as crianças!
Sexta-feira e eu em casa! Vou arrumar alguma coisa pra fazer. Estou quase congelando meus dedos... risos.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Serviço de utilidade pública
Confesso que também pequei, claro, como todo bom cristão. Meu erro mais comum é passar o sinal vermelho de madrugada. Isso todo mundo faz. Se não faz periga ser assaltado. Também costumo andar 5 metros na contramão(risos). Mas cinquinho só!
Sempre me considerei um motorista certinho(até por ali) no sentido de usar todos os recursos do automóvel para uma perfeita sinalização. Pisca-pisca pra dobrar, sinal quando for parar, etc. Uma vez quando não fiz isso paguei o preço: atropelei um motoboy! Andando percebi um carro parado e fui reduzindo até ficar atrás dele e quando fui sair esqueci de dar o sinal e consultar o retrovisor. O motoboy tentou tirar o máximo que pode pra evitar uma colisão maior. Isso foi possível mas a queda era inevitável. Fiz tudo o que devia ser feito. Desci do veículo e fui tentar levanta-lo do chão. Ele estava p... da vida e com razão. Mas nessas horas temos que manter a calma e fui logo tranquilizando-o. Fui com ele ao pronto-socorro de fraturas. Não me cobrou os remédios dizendo que um primo trabalhava numa farmácia e os conseguiria mais facilmente. Depois teve o conserto da moto juntamente com as peças que teriam de ser substituídas. Até nisso o motoboy foi camarada dizendo que não precisavam ser originais. Mesmo com a minha insistência. Na verdade tive muita sorte.
Depois dessa nunca mais fiquei sem dar sinal ao dobrar ou parar. Dou sinal até na garagem(risos).
Um amigo uma vez disse que o ser humano é um transgressor por natureza. Concordo com isso porque seguido observo motoristas cruzando o sinal já fechado, no vermelho, em plena luz do dia. Eu já fiz isso. Mas o que estou levantando aqui é que temos que conscientizar-nos para que outras pessoas não se machuquem. Pessoas que não tem nada a ver com a nossa infração. Porque existe gente honesta. Gente que só quer chegar logo em casa. Ou no trabalho. Gente que tem uma família a sua espera.
Paulinho da Viola compôs a música "Sinal fechado" em 1970. O tema da canção é o que estamos abordando aqui: a pressa! Paulinho jamais imaginaria que a pressa daquela década nada significava comparada ao que é atualmente. Indo mais além, o mundo está uma paranóia, uma correria. Não só no trânsito. Também nos currículos. Nos empregos. Nas empresas. Uma competição desenfreada. Não sabemos ainda onde iremos parar. Ou nunca parar. O ideal seria pararmos, tirar o pé do acelerador antes que sejamos parados. Senão não tem volta!
Pesquisem a letra "Sinal Fechado" de Paulinho da Viola. A versão de que mais gosto é a de Oswaldo Montenegro no CD Letras Brasileiras. Vale a pena conferir. Abraços!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
msn
Gostaria muito de escrever um livro sobre o assunto. Mas enquanto isso não se realiza vou propondo esta humilde postagem.
Realmente o msn é uma invenção maravilhosa. E não faz tanto tempo em que me permiti usa-lo assim, com excepcional importância. Atualmente ele se tornou ferramenta indispensável na minha carreira. Alguns de meus shows são contatados pelo msn. Que massa, hein?! Claro que não fico o dia inteiro na frente do computador. Meus amigos reclamam que estou sempre "ausente"(+risos). Mas quando posso respondo meus recados. Não tenham dúvida.
O que se percebe é que cada pessoa tem sua vida. Seus erros e acertos. Seu cotidiano. Sua vidinha. Sua vidona. Tanto faz. O bom mesmo é se sentir vivo, incluído. Seja fazendo parte de algum plano ou não. Planos. Projetos. Estudando. Andando pra frente. Melhorando a cada dia. Aprendendo sempre. Mergulhando de cabeça. Amando. Namorando. Casando. Tendo filhos. Viajando. Conhecendo gente nova. Conhecendo lugares.
Quando páro pra pensar consigo perceber tudo isso. Olho pra dentro.
Que bom termos o privilégio de fazer da nossa vida ser a nossa vida!
terça-feira, 7 de julho de 2009
Comentários
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Sonhos
Olhando uma antiga agenda, do ano da graça de 2005, percebi uma frase que sonhei naquele período, mais precisamente no mês de março, e que tomei nota nesta agenda. Essa frase "enigmática", por assim dizer, não me deu nenhum sentido à ocasião. Hoje confesso visualiza-la com outros olhos. Será que eu mudei?! Porque a frase não mudou. Continuava intacta em minha agenda, empoeirada pelo tempo. Bom, chega de falação. A frase é essa: sabe, todo esse mundinho que consiga acertar, serão horas incríveis.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Amigos
Einstein dizia que Deus não joga dados com o universo. Tudo está interligado e tem um sentido.
Todos nós temos amigos, grandes amigos. É um verdadeiro milagre poder contar com tantos amigos maravilhosos e uma grande honra. Prometo que vou dar o melhor de mim pra não errar com você! Ser pra você tudo que você é pra mim! E um dia riremos juntos de tudo o que passou...
Obrigado por seu meu amigo!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
A história deles
Na praia, foram "cobaias" de comida japonesa. Confesso que gostaram. E hoje não vivem sem.
Adoravam frequentar cafés. Ele sempre pedia um cafezinho simples. Ela pedia um mais elaborado. Mesmo quando a grana era "curta". Ele falava que ia dar um jeito. Ela acreditava.
Ela pensava no futuro. Ele vivia o presente. As músicas que ele fez pra ela falavam de um passado-futuro. Ela adorava procurar coisas na internet. Uma vez achou uma cafeteira que fazia aqueles cafés "especiais". Até hoje ele não sabe usar.
Detestavam acordar cedo. Ela tinha que acordar sempre. No início adoravam conversar. Depois mal tinham tempo pra isso. Ele adorava tudo nela: seu corpo, seu rosto, sua boca, sua pele, sua bondade, sua honestidade, sua fidelidade, sua voz. Mas esquecia sempre de dizer.
No início ele tocava pra ela. Depois isso se tornou raro.
Na cozinha ela sempre improvisava coisas que se tornavam muito comestíveis e apetitosas. Ele uma vez fez um sanduíche pra ela. Mas às vezes cozinhavam juntos.
Muitas vezes ele chegava de madrugada e trazia algum lanche. Ela quase sempre levantava pra comer com ele. Muitas vezes ela não conseguia dormir enquanto ele não chegasse.
Ela lhe mandava mensagens pelo celular durante o dia. Durante os shows. Ele não gostava muito. Sentia-se vigiado. Ela foi paciente por muito tempo. Ele não tinha um pingo de paciência. Ela era calma, doce, meiga. Ele era mal-humorado, impertinente, reclamava de tudo.
Adoravam ver filmes juntos. Ela gostava de comédia-romântica. Ele de ação. Ela lhe convenceu a ver Plantão Médico. Passou a gostar mais do que ela.
Ela lhe incentivou a fazer vestibular. Ele não passou.
Ela fazia sua contabilidade. Opinava sobre sua carreira. Fazia tudo pra lhe agradar. Ele fazia tudo pra irritá-la.
Ela também fazia a contabilidade da casa. Ele só sabia contar o dinheiro.
Ela arrumava as suas coisas. Ele tirava as coisas dela do guarda-roupa.
Era tanta coisa.
Mas ainda assim se amavam e era o que importava.
Ela partiu antes de esquecer de lembrar todas essas coisas.
Porque ainda ficaram algumas coisas boas pra se lembrar.
Mesmo que tenha sido assim.
Ele a mandou embora diversas vezes. Ela sempre preferia ficar. Até que um dia...
Ela partiu pra não mais voltar.
Se alguém se identificou com a história com certeza não é simples coincidência.
Na vida as coisas se repetem e acabamos por ver o mesmo filme repetidas vezes.
Quem sabe um dia eles consigam consertar a história, que era tão bonita.
quem sabe...
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Alemão Ronaldo
Já era fã do artista e agora sou fã também da pessoa. Foi realmente um encontro mágico. Uma pessoa interessante pra se conhecer. Um cara humilde pra alcunha de "inventor do rock gaúcho".
Fui convidado pra uma entrevista no Jornal do Almoço ao meio-dia, claro, no dia do show. Alemão topou ir. Antes de entrar no ar o cameramen disse ao Alemão que deviam fazer uma estátua dele ao lado da estátua do laçador. Concordo plenamente. Mas tem que ser em vida, né, Alemão? Disse pra ele já no carro em andamento. Ele riu. Um cara que tem 10 perfis no orkut com mil fãs cada um. Vai ser querido assim lá em Porto Alegre! Risos!
Penso que o pessoal ultrapassou o profissional. Plantamos uma amizade. Criamos uma parceria.
Agora só falta compor uma canção.
Valeu Alemão Ronaldo!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Letras
O show já tá rolando no you tube pra quem quiser conferir. Faixa por faixa. Um obrigado especial à Dani e ao Anderson.
Depende de você
Por que eu fico o dia inteiro
Esperando tua resposta?
Esperando uma palavra
Que me faça viver
Ou me faça chorar.
Depende de você
Se você quiser
Me esquecer é só querer então
Mas não importa o que aconteça
Vou esperar tua resposta
Mesmo que ela seja não
Pelo menos terei certeza dessa escravidão
E que nada foi em vão.
E que perdi o medo de lutar
Por uma coisa que não ia chegar
Não quero pensar por um segundo
Que foi tudo um sonho se foi
Foi o maior sonho do mundo pra mim...
Quero ter a vida pra tentar
Até meu tempo acabar
Quero ter a vida pra tentar
Até meu tempo acabar...
Passou
Passou a noite sem fechar os olhos
Passou o dia sem sorrir
Passou o tempo sem se distrair
Sem abrir sol.
Passou a tarde segurando o lençol
À esperar sua volta
Olhando o tempo todo pra porta
Sentindo sua falta.
Passou a vida com saudade
Com o coração pela metade
O corpo ainda com vontade
E ele nunca voltou pra explicar
Por que tudo passou... 3x
Passou a vida a sua espera
Olhando sempre pela janela
E a sua vida passou, quem dera
Ele pudesse voltar, voltar pra ela.
O fim
Quando cheguei na festa
Você estava estranha
Pensei que era manha, mas não
Afinal você não é mais criança
E sabe que me deve explicação
Até pras coisas simples.
E agora você vem dizer
Que não quer mais saber de mim
O que eu fiz pra merecer o fim?
Ele não passou as coisas que passei
Pra te ganhar
Sim, eu tive, eu tive que lutar
Ele não perdeu noites de sono
Não sofreu por abandono.
E você se entregou por qualquer preço
Olhe bem pra mim,
É isso que eu mereço?
Me faça o favor
Me esquece!
Se apresse pra levar
O que faltou...
Em algum lugar
Aonde será que está você
Eu olho pro horizonte
E não consigo te ver
Em algum lugar
Você tem que estar.
Olho pros carros
Passando lá fora
E essa saudade
Chegando agora
Queria saber como te encontrar
Mas perdi o mapa pra te procurar.
Pra todo lugar que eu olho
Não vejo teu olhar...
Me apresso pra te buscar
Mas aonde vou não te encontro lá.
Será que vamos precisar
De um lugar onde possamos nos amar em paz
Pra que o tempo não termine
Por nos escravizar.
Última vez
Não quero que você perceba
Que eu ainda ‘tô triste
Não quero deixar de acreditar
Que o amor existe.
Fechei os meus olhos
Pra não ver a luz do dia
Abri meu coração pra tua poesia.
Passei a noite em claro
Pensando o que não devia
Tentando salvar o nosso amor.
Procurei uma brecha em meio à névoa
Pra segurar tua mão
E não deixar que se vá
Porque às vezes o mundo
Tem caminhos estranhos
E essa noite eu queria mesmo
Era salvar o nosso amor da solidão...
Vamos tentar de novo agora
Pela última vez
Deixar o tempo consertar
Tudo o que a gente fez.
Naquele dia
Com Alemão Ronaldo
Depois daquele dia
Tudo mudou
Quando vi você
O tempo parou
A chuva passou
E o sol apareceu.
Depois daquele dia
O amor nasceu
Quando vi você
Alguma luz se acendeu
A nossa história começou
Quando tudo mudou...
Naquele dia tudo mudou... 4x
Na gente
Não venha me dizer
Que estou triste agora
Por cantar uma canção
Que eu fiz pensando na gente,
Naquela noite.
Mas você sabe que estou triste, sim
Por não ter você aqui
Para lembrarmos juntos
O que passou
E o que ainda há por vir,
Por vir.
Eu sei que o tempo me diz
Que eu posso ser feliz
E cada vez mais forte eu sinto
Que amo você como nunca...
Não quero mais ver o pôr-do-sol
E não quero passear
Não quero mais ver o mar
Se você não estiver comigo.
Hoje
Hoje eu queria que você pudesse
Me olhar por mais tempo
Hoje eu queria que o teu abraço
Fosse mais longo.
Queria o teu beijo mais insano
Queria adivinhar teus planos
Saber se vamos ficar juntos
Para sempre.
Hoje eu queria saber de tudo
Se o nosso amor é mesmo
O maior amor do mundo.
Santo de casa
Santo de casa não faz milagre
É preciso ir pra outra cidade
Cruzar a sorte com a realidade
Deixar o tempo fazer sua parte.
Eu vim de longe não trouxe nada
Na estrada dá pra ver minhas pegadas
Mas não esqueço tudo o que vivi(até aqui)
Me dá vontade e uma força pra seguir...
O bom de partir é saber
Que dá pra voltar
Minha casa, meus amigos
Nunca irão mudar
Meu passado está presente nesse lugar
Apesar do futuro que eu fui buscar.
domingo, 24 de maio de 2009
Pré-lançamento
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Doses de sincronicidade
Fiquei olhando um filme até tarde, fiz alguns exercícios de respiração e antes de me recolher peguei o minúsculo livro "Minutos de sabedoria" e decidi folhea-lo até ir pra cama (sempre que estou em dúvida sobre um acontecimento recorro a ele). Bom, abro sempre em duas páginas e leio as duas, porque dizem exatamente aquilo que preciso saber. Não contente talvez com a resposta resolvo abrir novamente pra ver se a resposta seguinte elucida minha dúvida. Mas julgo faze-lo de olhos fechados. Sem olhar para o livro. Qual minha surpresa quando cai justamente na mesma página!? Pois é! E tem mais, quando acordei perto do meio-dia fui abri-lo novamente e de novo caiu na mesma página! Nunca mais duvido disso.
Às vezes quando olho em direção ao painel do carro, onde tem um relógio digital, me deparo sempre com a mesma hora: vinte duas e vinte dois. 22:22! Vários(as) dias, aliás, noites. Quando vou conferir a hora é sempre a mesma. Preciso descobrir o que é isso! Risos!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Fim do dia
A coisas começaram a andar
Você me fez enxergar
Que não há futuro pra nós
Apenas recordações.
Não vamos estragar o que ficou
O que ficou em nossos corações.
Será difícil partir
Mas partindo
Chegaremos em outro lugar
Um lugar tranquilo
Com rocks e baladas
Sem curvas na estrada
Apenas um sorriso no fim do dia.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Essa espera
Tentar parar o tempo que nos rodeia
Eu invento uma maneira de seguir
Tentando subtrair o valor das horas
Pra matar essa saudade que nos devora.
Eu aceito essa solidão que não fim
Um dia vou trazer você pra perto de mim
E o tempo irá rolar numa boa.
Como eu sempre soube
Que essa espera não foi à toa.
sábado, 2 de maio de 2009
Calçada
E me faz caminhar na rua
Pra ficar da minha altura.
É engraçado, eu sei
Mas é do jeito que você fez.
Talvez a gente sobreviva a esse amor
Talvez no inverno a gente sinta muito calor
Quem sabe dá pra pegar o próximo trem
Na hora de gastar até o último vintém.
Vamos sorrir porque a foto já vai sair
Vamos chorar porque as contas já vão chegar.
A escolha das palavras
Explicar um mal entendido de uma forma que fique tudo muito bem definido faz com que os ânimos serenem. Mas, do contrário, pode aumentar a desconfiança e isso não é bom.
Quantas vezes queremos dizer alguma coisa e não nos fazemos entender?
Deixamos até de ir a lugares por não saber o que falar.
A pior situação é quando temos de dizer algo que possa ferir outras pessoas: a verdade, por exemplo. Ninguém gosta de ouvir a verdade. E a verdade dói, magoa, corta.
Penso que podemos melhorar sempre. Ter paciência e seguir aprendendo. Estamos aqui pra compartilhar experiências e situações. Nos doar, ser necessário a alguém. Fazer diferença na vida das pessoas, porque algumas fazem essa diferença pra nós.
Aprendi uma frase que quero compartilhar com vocês: sempre que for disparar a flecha da verdade molhe sua ponta com mel.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Línguas
Você está com um amigo em um bar tomando uma "gelada" e qual a sua surpresa quando passa junto a mesa de vocês um amigo desse seu amigo. Apresentações a parte, começam a discorrer um assunto que você não entende muito: softwares, interfaces, placa de som, disco rígido, etc. Que diabos será que estão falando?!
Pois é, isso acontece! Passendo no shopping com sua esposa ela encontra uma colega da faculdade e conversam sobre alguma matéria que estão estudando e você ali, fingindo prestar atenção. Você realmente nunca ouviu aquelas palavras, ouviu? É massa, né? Mas aí é que estão as diferenças. Nem todo mundo precisa entender tudo. Mas alguma coisa a gente entende. Poderia fazer uma discussão mais aprofundada sobre o objeto mas daí vocês não teriam tanto tempo para ler.
Por enquanto é isso. Abraços!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Despedidas
O fato é que elas existem, sim. As despedidas. Uns a descobrem precocemente, infelizmente. Outros, um pouco mais tarde. Mas elas chegam e vão chegar.
Elas geralmente não avisam e raramente são mansas. Bem, podemos viver esperando que elas cheguem. Viver conformados. Simplesmente viver. Afinal a vida continua. Vá dizer isso a alguém que foi abandonado. Na verdade somos abandonados e também abandonamos alguém mais cedo ou mais tarde. Isto é irremediável. Temos que conviver com isso.
Acredito que em alguns casos existam circunstâncias muito fortes que nos levam a romper, partir pra outra, mudar de vida, mudar de emprego, de cidade. E circunstâncias inesperáveis também. Quando aparecem tomam conta de tudo. Somos um pouco guiados por elas.
Quem já não perdeu um grande amor? Um ente querido que passou desta pra melhor? Pois sim, então ele está numa boa, e nós? Parece sem solução.
A melhor despedida é aquela que prometemos voltar amanhã, ou que vamos ali na esquina e já voltamos. Você chega em casa e tem um bilhete: já volto-te amo. Fui comprar pão. Fui ao mercado. Enfim, sem adeus. E como vamos saber disso, como teremos tanta certeza? Não temos! Apenas acreditamos.
Essas despedidas...
Devia haver um curso pra isso: formado em despedidas. Ou tele-despedidas. Ligue 0300-9000 para se despedir. Francamente não é engraçado.
Que despedidas são essas que quando vão levam uma parte de nós. Leva o coração. Um sorriso. Um olhar. Uma lembrança.
Talvez o mais triste seja o que elas deixam. Uma ausência. Um vazio. Um hiato. Porque nunca vou esquecer aquele sorriso. Nenhum olhar será tão cativante como aquele. Jamais vou esquecer aquela canção. Aquela noite no shopping. Mesmo que eu me separe de você e nossas vidas tomem rumos diferentes. Mesmo que tenha ficado tanta mágoa e isso ainda seja maior que os momentos felizes mas, não vou esquecer o sorriso que guardou pra mim.
Podemos nunca mais consertar nossos corações e até saiamos machucados, mas não vou esquecer as guerras e as pazes, o bem e o mal.
Vamos continuar nos despedindo até cansarmos. Quando não restar mais forças. Vamos continuar nos despedindo mesmo não sabendo como foi o dia um do outro. Mesmo não sabendo como foram tuas aulas, na faculdade. Mesmo não sabendo a que horas foi dormir. O que fez antes. A que horas foi jantar. Mesmo que eu não consiga com palavras o que eu vim dizer.
Sim, haverão muitas despedidas. Mas posso jurar que estarei aqui no mesmo lugar, esperando por vocês.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Correria
segunda-feira, 30 de março de 2009
Carnaval
quarta-feira, 25 de março de 2009
Insônia
Teve uma fase em que usava a insônia como um mecanismo altamente funcional, porque contribuia na criação das canções. Era só encostar a cabeça no travesseiro para formular alguma frase que puxaria outras e assim por diante. Hoje quando isso sucede a preguiça me impede de consumar o ato. E a inspiração surge nas horas mais inconvenientes, geralmente quando não tenho um lápis ou caneta à mão. Enfim, tenho um "truque" interessante aos insones de plantão: cantar alguma música em pensamento. É como contar carneirinhos mas um pouco diferente. Minha música favorita é "Faroeste Caboclo" da Legião Urbana. Nem bem chego na metade da música já estou dormindo. E ainda é possível treinar a memória, exercitar os neurônios, etc. Faz muito bem. Voltando aos shows importantes: uso também essa tática ao me deparar com letras complicadas, difíceis de serem decoradas, ou canções novas. Porque encontrar tempo já toma muito tempo e essa vida tá mesmo uma correria, uma competição sem fim. Cada vez as pessoas tomam posturas diferentes frente a situações que mudam instantaneamente. Bom, mas isso é outro assunto! Captou?
sexta-feira, 20 de março de 2009
Dr.
Lembro que estava sem carro e tinha que tomar um ônibus. Bem, assim o foi. Desci no ponto próximo ao meu destino e caminhei o bastante para suar um pouco, mais por causa da roupa pesada do que pela distância. Quando chego perto da esquina de meu objetivo final enxergo um "borracho" ou um mendigo(os mendigos me perseguem) levantando-se agarrado a um muro. Parece que estava acordando naquele exato momento em que eu passava, ainda com os olhos esbugalhados. Assim que me viu, disse: "Aí, doutor"!
É cada uma que me acontece!
Imediato
Foge de mim assustado
E o dia de amanhã me persegue
Até no passado.
Hoje estou em vantagem
Com meu guarda-chuva pra viagem
Um gosto de café nos lábios,
Uma sensação comum.
A velocidade do hoje
Nas costas de um segundo
A necessidade que custa
A urgência deste mundo.
sábado, 7 de março de 2009
Naquela multidão
Naquela multidão
E eu sem perceber passava por ali
Quando de repente foi você que eu vi,
Foi você que eu vi.
Sua boca não dizia nada
Mas seus olhos diziam tudo... bis
Algo estava acontecendo
E eu sem perceber.
Nada parecia mais real
Do que o clarão do sol
Caminhamos sem saber pra onde
Aquela multidão foi ficando para trás
Nossas vidas já estavam tão próximas
Com seus olhos ainda me dizendo tudo
Tudo o que eu precisava saber
Pra seguir
Com você de mãos dadas.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Tijolinho!
Nota: Tijolinho ou Mariola
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Comunidade no Orkut
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Uma noite dessas
Ele ganhava muito e achava que ganhava pouco
Ela observava as pessoas de um jeito diferente
Ele não tava nem aí
Queria sair pra se divertir.
Uma noite se encontraram
E concordaram que a lua lá no alto lhes sorriu
E logo perceberam que não estavam sozinhos
Bastava isso pra tentar ser feliz.
Ele se interessava mais pelo problema dos outros
Ela ganhava muito e achava que ganhava pouco
Ele observava as pessoas de um jeito diferente
Ela não tava nem aí
Queria sair pra se divertir
Uma noite dessas...
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Passagem de som
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Profissões
Meu primeiro "emprego" foi de entregador de leite. Meus pais compravam leite de vaca e dois caras em uma carroça iam entregar em casa. Acontece que fiz amizade com esses caras e passei a fazer parte da "equipe". Acordava pela manhã bem cedinho pra espera-los, subia na carroça e íamos do bairro ao centro, onde seria o final da linha. Por incrível que pareça ainda lembro de seus nomes, mas prefiro não cita-los. Chegando no final, perto do meio-dia, ganhávamos um trocado pra gastar no que quisessemos: eu e o outro "guri". Falei que eram dois, o mais velho que era o dono do negócio e o guri que o ajudava a entregar o leite. Bom, eu gastava sempre em doce, ou pipoca. Nunca fui de poupar, não pensava no amanhã, vivia o meu hoje. Parece que não mudei muito, não.
Meu segundo emprego foi vendedor de picolés. Carregava um isopor com uma alça pra que pudesse levar embaixo do braço. Gritava bem alto: olha o picoléééé chamando a atenção dos vizinhos. O pagamento não era diferente do outro emprego: ganhava ao final do expediente 2 picolés ou 1 sorvete. Notoriamente eu não tinha vocação pra empresário(risos).
Meus tios tinham uma tele-pizza que não tinha telefone!(só essa frase já diz tudo, né?, ou com essa frase dá pra supor que vem piada pela frente). Meu tio mandou recado pelo meu pai que queria falar comigo no dia seguinte. Sabendo que ele tinha uma moto que não usava fiquei excitado, imaginando que ele estava precisando de um entregador e me quisesse para o cargo. Chegando lá não era nada disso: bom, a tele-pizza tinha telefone, sim, mas à 2 quarteirões dali e não era um orelhão, o telefone ficava na casa dos pais do meu tio . Eu devia permanecer "perto" do telefone onde ficaria minha tia, que receberia o pedido, logo agarraria uma "bike"(que consegui emprestado com um primo que não ia usar mesmo) e levaria o pedido da pizza até onde estava a base, ou seja, a pizzaria. Parece pegadinha mas não era. Contando ninguém acredita. Fazia umas 30 viagens por noite e quando acabava estava cansado e com fome. Aí entrava o pagamento(que tava mais pra permuta): meia pizza por noite! Enjoei de tanto comer pizza. Ah, vale a pena acrescentar: a bicicleta era uma Monark vermelha com freio no pedal.
Meu próximo emprego seria de empacotador de supermercado. Naquele tempo não existiam essas sacolas de plástico que tem hoje. Eram sacos de papelão. O trabalho era ótimo, ficava puxando papo com as caixas o tempo todo e inclusive tinha uma menina que guardava os "cacetinhos" pra mim antes que acabassem. Além do salário fixo(que eu achava razoavelmente bom) tinham as "gorjetas" dos argentinos, que me davam liberdade de abastecer nossa despensa todos os dias, pra orgulho de meus pais. Todo dia levava pão, manteiga, café, salame, presunto, queijo, etc. Mas o que é bom dura pouco. E durou só dois meses. Um dia um dos chefes passou com compras no caixa em que estava e demorei pra guardar suas coisas na sacola. No outro dia recebi aviso. Mas foi uma boa experiência!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Depois do contato
Uma vez estava na Califórnia da Canção Nativa(festival), que acontecia na Pastoril(um parque campestre, afastado da zona urbana) e não lembro bem, parece que tinha uma exposição com desenhos de alunos do 1º grau. Fiz um retrato do cantor nativista Telmo de Lima Freitas, que estava concorrendo no festival. Meu desenho foi parar naquela exposição e o próprio Telmo quis conhecer o "autor" do retrato. Toda essa "aventura artística" proporcionou-me conhece-lo de perto, frequentar sua casa e conviver com seu filho, que tinha quase a minha idade. Mais tarde Telmo viria a se tornar secretário de cultura do município e moraria na mesma casa que morei.
Naquele mesmo período pensei em fazer uma revista em quadrinhos, e convidei um amigo que também fazia uns rabiscos. Criei um personagem que seria o principal: um herói chamado "Capitão Brasil", nacionalista e defensor dos fracos e oprimidos. Fiquei com a primeira história e meu amigo com a segunda(na verdade eram só duas mesmo) intitulada "uma barata chamada Kafka", inspirada na música da banda Inimigos do Rei. Dias depois chegando no colégio(meu amigo e eu éramos da mesma turma) resolvemos mostra-la para os colegas. Qual foi a nossa surpresa quando todo mundo queria uma revista: tiramos umas 100 cópias e vendemos pra toda escola. Ainda ganhamos uma graninha extra por vende-las, que serviu também pra pagar o xerox.
Paralelamente ao desenho, também era fanático por Fórmula 1. Sabia tudo o que acontecia nos boxes, as equipes, carros, motores, etc. Tinha álbuns de figurinhas, recortes de jornais, um monte de informação a respeito. Meu ídolo naquela época era o Nelson Piquet, só mais tarde mudei pro Ayrton Senna. Acompanhei também o surgimento do Senna, com aquele carrinho preto da Lotus com a logo John Player Special. Lógico que queria ser piloto de Fórmula 1! Esse sonho durou um tempo até meu reencontro com a música.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Contato
Um dia corajosamente decidi abri-lo para ver o que tanto me desconfiava e fascinava. Lembro que tomei um certo cuidado pra que ninguém me visse. Logo que consegui faze-lo interrompi o que poderia se tornar uma grande aventura, me deparando com um violão bem antigo(claro), um Giannini. Acho que em seguida agarrei o violão e saí pra perguntar à primeira pessoa que encontrasse, de "quem era" aquele instrumento. Minha memória não funciona bem e não consigo lembrar com exatidão quem fechou minha curiosidade mas a resposta eu lembrava perfeitamente: era de meu bisavô. Aquele violão devia ter uns 100 anos ou mais, não sei. Só lembro que fiquei tentando extrair algum som sentado ao sofá. Não conseguindo progresso desisti facilmente, deixando pruma outra oportunidade. Viria a me encontrar com a música muitos anos na frente, numa história que contarei mais tarde.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Iniciação!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Crise!
É, a gente se aperta sim, não dá pra negar. Mas poupar é bom, né? Nos dá reservas pro futuro, nos tranquiliza e estabiliza, enfim, nos proporciona encostar a cabeça no travesseiro sem culpas.
Com o passar do tempo reformulei a frase daquele meu amigo: não tenho dinheiro nem prum xerox!
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Chegada
Só o teu abraço eu posso aceitar
Porque não gosto de despedidas
Mas o teu coração eu vou levar.
Hoje eu estou de partida
Mas não é pra sempre, não
Fui logo ali buscar uma saída
Pra escapar da minha solidão.
Mas quero que você entenda bem
Que isso não quer dizer nada
É somente só partida
Pra virar chegada.
Rock!
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Bravo Mar
Nessa escuridão
Tuas mãos não sinto
Nessa prisão.
Teu nome não digo,
Não falo em vão
Porque só teus dedos me separam
Dessa solidão.
Falta muito pouco,
Muito pouco mesmo pra gente sair
Dessa tempestade forte
Que te fez partir.
Tua voz eu escuto
Em minha direção
E teu nome não digo
Nessa canção.
Mas sei que é você,
Que acalma o bravo mar
Desse meu coração.
All Star
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Cabelo "espetado"!
Na verdade uso algumas ceras especiais que não estragam o cabelo e ainda recomendo para artistas de primeira viagem, que estão começando tanto como para quem só quer usar na balada. Pessoal, não estou fazendo merchandising para meu cabeleireiro(daí, sim!) apenas esclareço a perguntar que não quer calar ou o pensamento que não quer calar.
Uma das coisas legais pra passar no cabelo após sua secagem é sabonete, mas um sabonete desses que se usa em nenê, pois não estragaria o cabelo. Dá pra fazer um look legal e deixa o cabelo bem duro, ideal para essas noites de vento. Tenho também uma cera chamada Power Paste da Keune(pergunte pro seu cabeleireiro como conseguir) e finalmente um pote que comprei em Rivera, Uruguai, da Redken controle médio. Esses produtos irão ajudá-los na busca pelo visual mais moderno, seja pro palco como fora dele, ou em baladas, barzinhos e tal. Mas claro, isso de nada adianta se você não estiver bem vestido. Encontre um estilo, tipo crie um personagem e vá em frente. Uma marca que uso há quase um ano é a Colcci e me identifico bastante com ela. Dá pra criar diversos estilos sem sair da marca. Bom, acho que é isso. Qualquer dúvida estamos aí.